REFERÊNCIAS: 4×04 – The Handmaid’s Tale

OI AMIGAS! Chegamos para as referências do nosso episódio sobre essa série icônica chamada The Handmaid’s Tale. Adaptada do livro homônimo de Margaret Atwood, a produção da Hulu estreou em 2017 e levou todos os principais prêmios da TV americana. E não é por menos, né?

Nessa conversa, falamos sobre o impacto cultural da série, sobre a assustadora mensagem que ela passa sobre nossa própria sociedade e enaltecemos seus principais pontos. Entretanto, uma ressalva de raça se faz muito necessária nesse análise.

VEM OUVIR & ENALTECER:

Também no Itunes: https://apple.co/2kfQXdl

E como #EmbaixadoresSpotify que somos, também fizemos uma playlist para acompanhar o episódio. Só fica ligada no recado que essa playlist tem pra te dar:

PLAYLIST:


TEXTOS E REFERÊNCIAS PARA SE APROFUNDAR NO ASSUNTO:

• ‘The Handmaid’s Tale’ fala mais sobre nós do que queremos admitir | Estadão https://bit.ly/2w5RXun
‘The Handmaid’s Tale’ Creates a Chilling Man’s World | The New York Times https://nyti.ms/2qleEUH
THE HANDMAID’S TALE: MOTHERHOOD OR DEATH | MTV News https://on.mtv.com/2ImheC9
The Radical Feminist Aesthetic Of “The Handmaid’s Tale” | Buzzfeed https://bzfd.it/2Jd8Ru7
Samira Wiley, Alexis Bledel Go Inside ‘The Handmaid’s Tale’s’ Disturbing LGBTQ Treatment | Hollywood Reporter https://bit.ly/2pYC9EC

The Handmaid’s Tale’s race problem | The Guardian https://bit.ly/2JfjQmU
In Its First Season, The Handmaid’s Tale’s Greatest Failing Is How It Handles Race | Vulture https://bit.ly/2Jd9CDt
It’s even harder to watch ‘The Handmaid’s Tale’ when you know Black women’s history | Black Youth Project https://bit.ly/2GqUiWa


#PDPRECOMENDA

Seguem aí nossas dicas pra vocês conhecerem coisas incríveis desse mundão, preferencialmente cultura pop feminista e/ou feita por e para mulheres:

Marina Burini: Um outro best seller de Margaret Atwood ganhou adaptação para a TV: Alias Grace, dessa vez pela Netflix (que recusou Handmaid’s!). A série limitada também estreou em 2017 e vale a pena ser assistida. Vibes Downtown Abbey e dá pra assistir em uma tarde:

 

Nana Soares: Arquivo X, série que foi icônica nos anos 90 e ganhou alguns reboots, finalmente acabou – 25 anos depois da estreia. Muito bacana, não fosse o fato de que os roteiristas pararam no tempo e, como muito bem apontado nesse texto, passaram esse tempo todo inflingindo sofrimento à Scully (personagem da Gillian Anderson). Na 11ª temporada, eles passaram de todos os limites. É uma boa reflexão sobre o que é normalizado quando se contam histórias de mulheres:

SCULLY, THE VICTIM – THE LEGACY OF GENDERED VIOLENCE ON THE X-FILES

 


Faltou algum link? Sabe de mais textos e referências e quer compartilhar? Como estamos dirigindo? Sugestão de tema?

Fala com gente pelo Facebook,  TwitterInstagram ou Spotify.

É isso, beijos de luz!

@maburini, @soaresnana (e @tecaperosa sempre <3)

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