Referências: 3×13 – Artista vs. Obra

OI AMIGAS! Chegamos para as referências do nosso penúltimo episódio dessa temporada. Nele nós comentamos sobre a discussão da vez, especialmente após a revelação dos embustes Hollywoodianos: é possível separar o artista da obra? Se sim, como? Posso gostar dos embustes?

Antes de mais nada, é importante dizer que não temos uma resposta definitiva para essa questão, mas apontamos coisas que achamos importantes. Por exemplo: consumir um produto/obra desses homens corrobora sim para o sucesso deles. Mas ao mesmo tempo, a maneira com que uma obra te atinge pessoalmente pode não ter qualquer relação com o autor. Arte é subjetiva, mas não é porque alguém é artista que merece ter um desconto. EIKE CONFUSÃO!!

VEM FICAR CONFUSA COM A GENTE:

Também no Itunes: http://apple.co/2kfQXdl

E como #EmbaixadoresSpotify que somos, também fizemos uma playlist pra inspirar você a enxotar o embuste em qualquer aspecto da sua vida:

PLAYLIST:


TEXTOS E REFERÊNCIAS PARA SE APROFUNDAR NO ASSUNTO:

• Na reação às denúncias de estupro, fãs devem manter em mente que não são eles as vítimas | Huffington Post Brasil http://bit.ly/2Ad3xFg
• Todo homem é um Harvey Weinstein / Louis CK / Kevin Spacey em potencial | BitchPop blog http://bit.ly/2zuFoXa
• Sobre ‘Broderagem’ (ou Por que Homens Não Confrontam seus Amigos Abusadores?) | Nó de Oito http://bit.ly/2Ad57ac
• Separar autor de obra é possível? | Momentum Saga http://bit.ly/2Br8Y14


#PDPRECOMENDA

Seguem aí nossas dicas pra vocês conhecerem coisas incríveis desse mundão, preferencialmente cultura pop feminista e/ou feita por e para mulheres:

Marina Burini: AMÉM RACHEL BLOOM! Assistam 3×06 de Crazy Ex-Girlfriend. É um episódio maravilhoso, claramente aquele que sempre esteve nos planos de Rachel Bloom quando pensou na série. Clique na imagem para ler um Textão maravilhoso sobre o episódio lá no BitchMedia:

Nana Soares:  A série “Alias Grace”, mais uma adaptação de livro da Margaret Atwood que tá na Netflix pra desgraçar nossa cabecinha. Conta a história de uma jovem presa pelo assassinato de duas pessoas, mas com perda parcial de memória.

E o livro “Kindred” da diva Octavia Butler. Uma distopia feminista de 1976 e que acaba de chegar ao Brasil. TEM QUE LER AMIGAS. Clique na imagem para ser redirecionada ao texto do Nó de Oito:


Faltou algum link? Sabe de mais textos e referências e quer compartilhar? Como estamos dirigindo? Sugestão de tema?

Fala com gente pelo Facebook,  TwitterInstagram ou Spotify.

É isso, beijos de luz!

@maburini, @soaresnana (e @tecaperosa sempre <3)

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s